Translate

terça-feira, 10 de julho de 2012

andarilho do nada

As vezes eu queria falar, mas não sei com quem, então escrevo.
Escrevo coisas que só eu entendo, só eu sei, coisas de introspecções continuas, coisas minhas.
As vezes tento ser o que realmente queria ser, mas o passado não muda, tudo ja está feito.
Escrevo coisas que viajam por minha mente, sou como um andarilho de estradas perdidas, sem bagagem e de chinelos.
As vezes eu queria falar, mas ela foge de mim.

4 comentários:

A wild Garden disse...

Postagem reratando o fundo da nossa alma! Emocionante , meu querido! Isso sim é poesia!

Lexsam disse...

MUITO LEGAL E PROFUNDO

Rogeblow disse...

Da hora cara!!

Cecilia Fidelli disse...

Introspecções contínuas
pelos caminhos
de nossas lapidações.