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sábado, 1 de junho de 2013

Os filhos que ninguém quer

“Menino de rua”

Menino de rua
Sem lar e sem teto
Sem ter um afeto
Quem lhe estenda a mão
Menino carente
Tão só e doente
Seu corpo franzino
Só quer proteção
Menino de rua
Que anda vagando
A vida enfrentando
Tão só, sem irmão
Menino tão triste
Que vive pedindo
Deseja somente
Um pedaço de pão
Menino de rua
Que vive sofrendo
Discriminação
Seu olhar vazio
Sua roupa rasgada
A alma manchada
Por tanta maldade
Menino tão só
Precisa urgente
Que a humanidade
Traga de presente
A palavra que torna
A todos iguais
Palavra que tira
Do mundo o horror
E é essa, menino
A palavra mágica
É essa,  menino
A palavra AMOR.

(Luigi)

Um comentário:

António Jesus Batalha disse...

Estou alegre por encontrar blogs como o seu, ao ler algumas coisas,
reparei que tem aqui um bom blog, feito com carinho,
Posso dizer que gostei do que li e desde já quero dar-lhe os parabéns,
decerto que virei aqui mais vezes.
Sou António Batalha.
Que lhe deseja muitas felicidade e saúde em toda a sua casa.
PS.Se desejar visite O Peregrino E Servo, e se o desejar
siga, mas só se gostar, eu vou retribuir seguindo também o seu.