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terça-feira, 8 de outubro de 2013

Não adiantou nada

Não adiantou nada
Não adiantou eu clamar por nada
A tristeza baixou como um manto fúnebre
E eu sou o morto
Num canto só, uma nuvem de pensamentos se forma, e em seu ser mais angustias se aglomeram.
Aquele sorriso nunca ira desfazer-se
Aquele rosto, passe o tempo que passar
Nunca há de mudar.
Não adiantou eu clamar por nada
Ninguém me ouve
Ninguém me ouviu
Ninguém me ouvirá.
(Laerçon J. Santos 27/10/1985)



Um comentário:

Regina Lemos Repórter disse...

Achei muito interessante este blog, não conheço nenhum igual.Parabéns, muito legal.
Regina Lemos
Se quiser dar uma passadinha lá no meu blog acesse:
www.reginalemos.blogspot.com
Abraços